Acordar com a serra na janela
A luz entra antes de qualquer alarme. Você fica na cama mais um pouco porque, pela primeira vez em meses, dá — e a primeira coisa que vê é o vale abrindo lá embaixo.
A estadia
Um chalé inteiro, privativo, cercado de mata. Banheira de hidromassagem com vista, lareira, cozinha completa e um deck que se abre para a serra.
A chegada
Não há recepção para atravessar, hall para cruzar nem porta que separe você da vista. A fachada é de vidro dos dois lados e a mata ocupa a parede inteira.
O que muda primeiro é o som. Some a buzina, some o vizinho de parede, some o zumbido do prédio. Fica o vento nas árvores e, de vez em quando, um passarinho que você não sabe nomear.
O que muda depois é o ritmo. E esse leva um dia inteiro para acontecer.
Os rituais da casa
O que está incluído
A lista completa de utensílios e enxoval será publicada junto com as fotos do chalé finalizado. Preferimos listar o que já está confirmado a prometer o que ainda não existe.
Um espaço pensado para você desacelerar.
Momentos
A luz entra antes de qualquer alarme. Você fica na cama mais um pouco porque, pela primeira vez em meses, dá — e a primeira coisa que vê é o vale abrindo lá embaixo.
A porta de vidro corre inteira e o estar avança para o deck. Nos dias bons, a fronteira entre dentro e fora simplesmente deixa de existir.
Longe da luz da cidade, o céu volta a ter profundidade. É o tipo de coisa que ninguém programa no roteiro e todo mundo lembra depois.
A rede do mezanino, o sofá virado para o vidro, o deck no fim da tarde. Cada canto foi pensado para uma forma diferente de descansar — e nenhuma delas envolve pressa.
A cama fica no mezanino, sob o ponto mais alto do telhado. Tudo aqui foi dimensionado para duas pessoas — e para que elas não precisem dividir nada com ninguém.
Galeria
Imagens do projeto. As fotos reais da experiência entram aqui assim que a obra terminar.
Os blocos escuros estão reservados para as fotografias do chalé finalizado — a estrutura do site já está pronta para recebê-las.
Se você gosta de projeto
Nada aqui é decorativo. O formato A-Frame — o telhado que desce até o chão — elimina as paredes laterais e libera as duas pontas do triângulo para o vidro. É por isso que a vista ocupa a parede inteira e o pé-direito chega a 5,88 m no cume.
A cobertura é termoacústica: segura o calor da tarde do lado de fora e transforma a chuva forte em som agradável, não em estrondo. A estrutura é metálica e parafusada, o que significa precisão de fábrica em vez das variações de uma obra convencional.
Você não precisa saber nada disso para aproveitar. Mas é o que faz o chalé parecer bem maior do que os 49 m² do papel — porque metade da área útil, na prática, é a mata lá fora.
Medidas conforme o projeto arquitetônico executivo.
Consulte as datas disponíveis e reserve o Refúgio dos Alpes.
No térreo, junto ao painel de vidro, voltada para a mata. É o ponto do chalé com a melhor combinação de água quente e paisagem — e o mais usado nas noites frias da serra.
Ela acende sem lenha, sem fumaça e sem cheiro. Não precisa de chaminé nem de manejo: você acende, ela aquece e apaga quando quiser. Dá para usar com tudo fechado numa noite fria.
É. Tem ilha, bancada e espaço real de preparo — não é uma copa para esquentar comida. Muita gente compra na estrada e faz o jantar sem pressa, com a porta de vidro aberta.
No mezanino, no ponto mais alto do chalé, sob o vão do telhado. O acesso é por escada, e uma rede suspensa fecha a borda — que costuma virar o lugar preferido de quem passa a tarde ali.
A serra esfria de verdade, e isso é parte da graça. Por isso existem a lareira ecológica e a cobertura termoacústica, que segura o calor dentro e o barulho da chuva fora.
Ainda não. As imagens aqui são do projeto. As fotos da experiência real serão publicadas assim que a obra for concluída — e os espaços marcados no site já estão reservados para elas.